Eu ria do Tomoya, um amigo japonês que vivia trocando "banheiro" com "dinheiro", na hora de tentar falar português.
Agora, rio de mim mesma porque sempre confundo "cozinha" com "presidente da República", na hora de falar japonês.
Cozinha é "daidokoro" (台所). Presidente é "daitouryou" (大統領). É parecido, não é?
Mas não cheguei a cometer gafe (ainda!). Apenas levo alguns segundos pensando nas duas palavras, antes de perguntar no supermercado onde fica a seção de coisas para o presidente da República (^_^)v
Foi difícil conter o riso domingo passado, numa cafeteria. Pedi um café-com-leite quente (tem gelado também) e veio nessa xícara de Itu aí da foto. Ou seria uma tigela?
Não tinha asa e era complicado segurar, sem queimar os dedos. Fiquei surpresa! Os japoneses são sempre tão práticos - até demais! - e a tal xícara de Itu prova exatamente o contrário.
Será que era uma espécie de café-sopa e eu deveria ter usado a colher para tomá-lo?
Não sei. Realmente, não entendi o motivo de uma ...
1 - Ganhei um quimono de verão (yukata)! Amei! A Mai, aquela super-amiga japonesa, foi quem me deu. Mandou entregar na minha casa e tudo mais. Já combinamos de ir a um festival de verão juntas. Vestidas de yukata, claro (^o^)/
2 - Encontrei um bicho na comida que comprei numa loja de conveniência! Pois é, isso também acontece no Japão. Fui lá devolver o bicho e o resto da comida. No dia seguinte, vieram na minha casa pedir mil desculpas e devolver o meu dinheiro. E ainda me deram um vale-compras no valor de 1.000 ienes ...
Cada coluna publicada na Alternativa Higashi é um capítulo da minha história no Japão.
Tô contando tudo! Inclusive que tomei banho de gato porque esqueci de pagar as contas de gás.
Acho que vou parar de falar da minha vida e começar a falar da vida dos outros! Hihihi...
Bom, aí vai a coluna deste mês. PARÊNTESE: tô devendo milhões de respostas aqui no blog, eu sei. Mil desculpas! Eu ainda coloco em dia, vocês vão ver (^_^)v
PARÊNTESE 2: não sei porque deu vontade de ilustrar este ...
Mais um filme triste, mas lindo: Taiyou no uta タイヨウのうた (Canção do sol, em português).
A mocinha e o mocinho se apaixonam, mas ela tem uma doença rara: não pode tomar sol. Se tomar, morre.
A protagonista é a cantora Yui e ela tem uma coisa em comum com sua personagem. As duas tocam violão e escrevem as músicas que cantam. A doença é só no filme, ufa!
Adorei e juro que chorei só um pouquinho :P
A música-tema também é linda: Goodbye Days. Da Yui, claro. Tá aí nesse vídeo do Youtube.
É frustrante não conseguir ler um livro em japonês. Eu até começo, mas nunca termino.
Aliás, nunca terminava! Descobri um jeito de me sentir feliz e ler muitos livros e entender tudo: livro de criança, bem criança. Na verdade, de bebê! Hihihi...
Tem um restaurante que eu adoro (aquele do pescatore), que tem livros infantis à disposição dos clientes.
Pois, acreditem, nesta semana li dois livros i-n-t-e-i-r-i-n-h-o-s lá! Tudo isso, antes da minha refeição chegar (menos de 5 minutos por livro! Háháhá!)
Não é uma declaração de amor minha, não. É o nome do filme (Tada, Kimi wo Ai shiteiru ただ、君を愛している , em japonês) que vi hoje e me fez chorar, chorar, chorar...
Adorei porque eu adoro os protagonistas - a Aoi Miyazaki e o Hiroshi Tamaki. Ela é linda e excelente atriz (arrasou em Nana) e ele também!
Mas esqueci que final feliz em filme japonês é raro, muito raro! Não esperem um desfecho como o das novelas da Globo.
Se quiserem ver, só em DVD. Eu vi hoje, mas o filme é de 2006 :P
Chegou a hora de comprar biquíni e se eu paro em frente às vitrines, acreditem, é para me divertir. Comprar, nem pensar!
Meu Deus, os biquínis são muito feios! Eu gosto das roupas daqui, acho os jovens japoneses super fashion, mas a moda na praia é um desastre!
Além das meninas irem à praia com maquiagem e salto de festa, um monte de acessórios e o cabelo impecável - já vi menina retocando o babyliss na praia! fora a maquiagem, claro! - elas usam biquínis cheios de frufrus e enormes!
Espero que não tenha contra-indicação. Por via dúvidas, eu bebo pouco. Muito pouco. Mas tô pensando em consultar um médico para saber se posso (e devo) seguir a ...
Dia 28 de maio, às 11:54 (Japão), recebo um e-mail via celular do Caruso: "Vc tem que comprar! Madonna e Brasil numa só revista!!" (emoticon de piscada e, em anexo, foto da capa);
Dia 28 de maio, às 12:14 (Japão), respondo o e-mail do Caruso: うそー (entra emoticon de surpresa)!買いますよ(^0^)ありがとう (emoticon de beijo)!;
Dia 28 de maio, não sei que hora (Japão), o Caruso publica o post "O Brasil em japonês", no blog Muito Japão;
Dia 28 de maio, não sei que hora (Brasil): o colega-blogueiro Renato Siqueira ...
... a gafe do embaixador. Esse é o título da coluna publicada na revista Alternativa Higashi deste mês.
A revista chegou às lojas (brasileiras no Japão) na quinta-feira e já vi que vou ter de encarar aplausos e vaias.
Uma leitora me viu e foi logo falando "morri de rir da meleca do ministro! Adorei o texto". Mas foi só chegar em casa e lá estava o e-mail de outra leitora que disse, entre outras coisas, ter perdido o apetite porque leu na hora do almoço. E terminou o comentário assim: Da proxima vez que for almocar ...
Daqui a pouco vou ao cinema. Eu e uns amigos queremos ver The Bucket List que em português virou Antes de Partir e em japonês é 最高の人生の見つけ方 (Saikou no Jinsei no Mitsuke Kata ou Como Encontrar a Melhor Vida)
Cinema no Japão é assim. Escolhemos um filme japonês ou americano - às vezes tem de outros países também - e, no segundo caso, o jeito é ouvir inglês e ler (ou ignorar as legendas) em japonês.
O preço? Essa é a pior parte: 1.800 ienes ou uns 17 dólares . A última sessão tem desconto ...
Também amo muito isso: viajar de trem-bala e ver o Monte Fuji pela janela.
De Tóquio para Nagóia, sempre escolho uma janela do lado direito e fico de olho no relógio para não perder a hora do Fuji-san (é assim que os japoneses chamam a montanha mais alta, mais linda e sagrada do Japão).
Quem tiver oportunidade - e interesse - anota aí. A viagem dura 1h30 e depois de 49 minutos, lá está ele. Do lado direito, viu?
Eu adoro! E fiquei toda feliz porque apesar do sábado estar nublado, eu pude vê-lo muito ...
Karina Almeida, jornalista, 30 anos. Não tenho olhos puxadinhos, nem sou casada com japonês. Troquei Belo Horizonte por Tóquio para trabalhar num jornal voltado para a comunidade brasileira daqui. A paixão pelo Japão foi à primeira vista, em janeiro de 2004. A idéia era ficar um ano, mas já se passaram mais de três. E agora, José?
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Este projeto tem a parceria da Associação para a Comemoração do Centenário da Imigração Japonesa no Brasil